terça-feira, 20 de junho de 2017

111.A "isca" da falsa-luz.

                                          *Informação consciente é Luz!!!

“O autêntico Trabalhador da Luz, cumpre a sua palavra dada, não tem vícios, desconhece a vaidade e o ego em respeito às leis universais e recebe a sua sabedoria espiritual do Alto”.

Os “três reis magos” anunciados pelos patriarcas da  religião, eram na realidade, três extraterrestres pleiadianos da luz, que encarnaram na Terra para ajudá-la na sua evolução e não reis ou magos. A ignorância espiritual do povo da Terra naquela época, levava o povo acreditar,  que os três extraterrestres da luz eram magos devido aos seus diferenciados trajes e poderes espirituais.
O “nascimento da criança” anunciado pelos patriarcas da igreja jamais aconteceu, pois foi parte do “conto da carochinha” criado holograficamente pela hierarquia draco-reptiliana da falsa-luz, para induzir o povo à fé religiosa. O falso acontecimento teria acontecido numa simples e pobre manjedoura ou estrebaria, para comover o povo, induzindo-o a doar seus preciosos bens para à ambiciosa igreja.
A “estrela de Belém” em movimento, tão anunciada pela falsa-luz, era nada mais que o brilho de naves espaciais pleiadianas à Serviço da Soberana Fonte, na Terra. Achando que o brilho ofuscante da nave pleiadiana fosse sinal de um “milagre com santos, anjos e deuses”, começaram os humanos terrenos da época, a venerá-los como se os fossem. Em conseqüência, a gananciosa igreja os induziu à crença equivocada oportunizando o momento. Naquela  época de trevas, todo acontecimento anormal ou fora do costume, era visto como “milagre da luz”, quando milagre  não é obra na Soberana Fonte, mas da indução ou engodo.
Oportuno, infundado e dissimuladamente, a igreja apregoava os  seres extraterrestres como anjos, santos e deuses milagrosos.
O deus proclamado pela igreja e pelos humanos da Terra, é falso, porque o deus que a igreja divulgou, tem  aclamado e que muitos tem concebido, é o ‘senhor e mestre da criação, julgador e condenador’ e isso não é verdade. Esse perfil é uma concepção enganosa, humana, da igreja e representa um deus que tem marcado falsamente, com muitíssima profundidade, a formação do povo da Terra. As tradições religiosas seculares terrenas, que deu fim à vida de muitos inocentes pelo mundo,  vem limitando, amedrontando, escravizando e aprisionando a todos os humanos terrenos subjulgando e atrasando a evolução espiritual de todo o Planeta. Não há deus com essa formatação religiosa, senão a Soberana Fonte da Luz que dela tudo deriva e provém.
A criação dos humanos terrenos, foi obra dos Mestres Geneticistas Pleiadianos, Arcturianos e Sirianos, assistidos por tantos outros Mestres Geneticistas Estelares. Todas os seres de todos os universos foram criados por mestres  geneticistas universais e mais seres tem sido criados pela infinidade afora dos Universos, por Mestres da Luz e não por esse deus proclamado pela igreja.
Religião seja qual for, é limitação, é escravidão e conflito, que pode levar os crentes dessa fé à forte depressão, dependência, enfermidade e ao holocausto como na inquisição católica e até mesmo à aniquilação dos povos discrentes dessa fé, como aconteceu há séculos passados e tem acontecido nos dias atuais, pelos crentes fanáticos de religiões extremistas pelo mundo afora.
Thunna Burnama(Thunkásila Hehaka Phá)




quinta-feira, 15 de junho de 2017

110.O engodo.

Jeová é um comandante estelar que trouxe, nos tempos idos, o povo hebreu à Terra. Ele é do Planeta Azanúbio, situado ao sul da constelação do mesmo nome com centenas de planetas e  estrelas e que tem forma de vida não pertencente à Adâmica, da Terra. Raça criada pelo Mestre Geneticista Adama com o auxílio de outros Mestres da Luz Arcturianos, Pleiadianos e Sirianos, que recebeu uma Alma vinda à Terra criada no extinto planeta Avyon, que pertencia à Constelação de Lyra. Jeová, tido por muitos na Terra como um deus, é ambicioso, conflitante, contraditório e o deus citado na bíblia de Constantino do império romano, onde tais citações, foram, inclusive, substituídas por senhor para ocultação intencional.

A constelação de Azanúbio tem vários estilos de vida com vários planos evolutivos diferentes do da Terra. O povo hebreu veio dessa constelação pertencente ao mesmo círculo no qual Jeová se originou, mas isso não ratifica sê-lo hebreu.
A matriz genética dos hebreus, é a mesma do povo de Capela, mas isso não vem a dizer que os hebreus são os povos exilados de Capela. O fato acontecido em Capela se deu muitíssimo antes do povo hebreu ser trazido para a Terra.
A afirmação de que o povo que ele trouxe à Terra é um povo escolhido, é verdadeira, mas escolhido por Jeová que passava por ser um deus naquela época e não pela Soberana Fonte ou a Soberana Consciência,  que alguns na Terra ainda o chamam de Deus.

Por volta de 1.250 a.C., o Faraó escravizou  o povo hebreu no Egito. Razão porque ele  foi intimidado por Jeová, à soltá-lo. Um deus pervertido, controlador, condenador  e carrasco, mas aquele que não o reverenciasse, passava por conturbadas situações, quando não, a morte, conforme aconteceu no Egito com a ira de suas pragas e ainda acontece em algumas crenças fanáticas.
Como o Faraó não se rendeu às intimidações do então Jeová, ele mostrou ao Faraó a sua ira enviando fortes pragas sobre o Egito, das quais, somente a décima e última convenceu o Faraó a soltar o povo hebreu.
Jeová é um comandante estelar, ambicioso, vaidoso e ameaçador que busca ser reverenciado como deus na Terra a qualquer preço, ‘e que, para conseguir o seu propósito, determinou uma doutrina aterrorizante criadora de conflitos entre os povos de concepção religiosas diferentes que não o reverenciam.
Como o Faraó não se intimidou com a ira de Jeová, a primeira praga lhe foi enviada como aviso de intolerância. Sem ter obtido o sucesso que esperava,  Jeová enviava, sequencialmente, mais  pragas, cada vez mais iracundas e pesadas, até que quando o Faraó sentiu na pele a perda de seu primogênito na décima praga, decidiu libertar os hebreus.
Jeová é irascível, colérico, controlador, dominador e julgador  Esse é o “deus” que algumas  crenças religiosas pregam e honram fanaticamente em  alguns lugares da Terra.
Foi também Jeová que destruiu Sodoma e Gomorra com fogo, usando de uma tecnologia jamais conhecida na Terra naquela época, aproveitando da riqueza de enxofre no subsolo daquela região.
Thunna Burnama(Thunkásila Hehaka Phá)

                                                  



sábado, 10 de junho de 2017

109.Transições da Alma

Aborda a Espiritualidade Superior, as transições pelas quais a Alma, que é multidimensional,  passa, para experienciar fatos e ações para o seu aprendizado evolutivo e depois, retornar à Casa Divina da Soberania da Luz, Calor e Vida. Para isso, a Alma pode levar algumas centenas de milhares de existências, mas todas chegarão lá algum dia,  por ser o propósito da Soberana Fonte Criadora.
A Existência Etérea, situa-se no raiar da criação da Alma, bem próximo da Fonte, sendo uma existência de busca de experiências.Dai, a Alma começa a passar por  várias transições materiais, encarnatórias e etéreas para a sua expansão frequencial de luz.
A Transição Sólida, é onde a Alma experiencia  situações como um Ser Pedra, um Ser Montanha, um Ser Cristal...É uma transição angariadora dos conhecimentos da Terra, embora esteja sempre interconectado com o todo.  
A Transição Vegetal, é onde a Alma experiência a situação de um Ser-Em-Pé, uma Árvore, uma planta, condicionando-se como a Antena de conexão com a Soberana Fonte Infinita.
A Transição Animal, experiencia situações como qualquer animal quadrúpede, bípede, alado ou inseto, cumprindo a sua missão conectada com a Mãe-Terra.
A Transição Humana Encarnada, a nossa, experiencia fatos e ações para angariar conhecimento evolutivo na Terra.Esse Ser Encarnado nesta transição, adquire um enorme aprendizado quando se encontra fora dos contextos doutrinários e religiosos, da ganância e do ego, da arrogância e da prepotência. O Caminho é se desligar da falsa-luz mantida pela hierarquia draco-reptiliana, que intimida, ilude e limita o Ser Humano nessa transição, para domínio total da massa. A minha série de 11 textos-mensagens, do texto mensagem de nº 1 à 11,  chamada “Reencarnação Inconsciente”, há um vasto comentário sobre a hierarquia da falsa-luz.
A Transição Humana Galática, Ser  Etéreo,  não mais se encarnará neste padrão de transição d’Alma e é um Trabalhador da Soberana Fonte,  viajante galático multidimensional.    
A Transição Final é como Ser Espiritual,  onde a Alma não é encarnada e passará por missões espirituais como Trabalhador da Soberana Fonte, mas já com a sabedoria do Alto, conhecedor profundo das Leis que regem o Multiuniverso angariadas pelas experiências vivenciadas nas transições anteriores. Nessa transição, a Alma já atingiu sua alta frequência de Luz o que para tal, pode-se levar centenas e até milhares de existências dependendo da prontidão de cada Alma, pois que, cada Ser se apronta na sua hora. É o retorno à Casa Divina da Soberania da Luz, Calor e Vida.
Portanto, para a surpresa de muitos humanos encarnados, ainda limitados pelas doutrinas, dogmas e submissão das crenças religiosas, do ego e da ganância, somos o Ser  mais desconectado da Soberana Fonte, uma vez que a evolução ocorre em espiral se afastando da Fonte e novamente voltando para Ela no final das transições.  Os humanos encarnados na Terra, estão, portanto, menos evoluídos que os das transições anteriores por se limitarem e se deixarem dominar pelas limitações e opressões das crenças religiosas,suas doutrinas e vícios terrenos.
A Divina-Mãe-Terra com a Natureza esplendorosa e poderosa, as árvores chamadas de o Povo-em-Pé, o Povo Pedra e os Animais são os nossos orientadores.  
Viemos à Terra para buscar o aprendizado nas experiências que vivenciamos no dia à dia e com os nossos irmãos orientadores: o Povo Pedra, o Povo-em-Pé, o Povo Animal, os Espíritos Guardiões das Direções...
Thunna Burnama (Thunkásila Hehaka Phá)



quarta-feira, 7 de junho de 2017

108.O Brasil é a sua casa

Muitos se induzem em erro achando que estar sob a iluminação da Soberana Fonte, é deixa-se levar pela dissimulação, dar a outra face para bater, fechar os olhos para tudo e deixar que tudo aconteça à esmo... ficar em cima do muro.
...mas isso é hipocrisia, impostura, falsa devoção, covardia, antinacionalismo !!!
O Brasil é a sua casa e precisa de você nesta hora em que a desordem e a corrupção assaltam o país e corroem a democracia! Ninguém entra na sua casa sem a sua permissão. Você é povo e não há governo sem povo, portanto a voz do povo dita as normas. Sua casa está tendente ao conflito, porque o governo abriu as portas de sua casa para povos de culturas extremistas sem lhe consultar.
O Brasil é dos brasileiros!
É dito que às vezes é necessário “sujar” para se “limpar” e que o “conflito” é, em certos casos, muito necessário para restaurar à justiça, a ordem e a tranquilidade pública. O civismo é um atributo inerente que identifica o caráter  do homem de bem!
O Ser da Luz não pode ser omisso, negligente e egocêntrico!
Seja ativo, meu irmão de Jornada; o Seu País espera pela sua atitude cívica !



Thunna Burnama(Thunkásila Hehaka Phá)



sábado, 3 de junho de 2017

107.A falsa-luz.

Não se iluda com igrejas acasteladas do passado e as palacianas que hoje se constroem pelo país afora, com “dinheiro suado” do povo humilde, para enriquecer ociosos pregadores de um deus holográfico da matrix. É mais uma isca da “hierarquia draco-reptiliana da falsa-luz” para sugar a sua energia, enganar, iludir, limitar, dominar através da comoção, das obras faraônicas, do medo e da culpa e tomar o seu dinheiro, porque somente a religião com suas doutrinas e textos de obras escritas querem lhe ver pobre, limitado, amedrontado, submisso e dominado, enquanto seus patriarcas e pregadores gananciosos vivem na luxúria e no ócio.
Somos seres livres, iluminados pela Soberana Fonte, portanto, soberanos, e nos governamos por nós mesmos. O Universo está em nós e jamais precisamos de religiões, pregações ou ensinamentos ardilosos da matrix. Somos  seres multidimensionais e a nossa igreja é a esplendorosa Mãe-Natureza que nos exibe suas belezas e nos assegura o alimento espiritual que nos sacia e conforta.
Thunna Burnama (Thunkásila Hehaka Phá)

                                                                         


segunda-feira, 29 de maio de 2017

106.Nazaré da Galiléia.

Tudo foi escrito e é pregado até os dias de hoje, de forma a encobrir dissimuladamente, os interesses gananciosos das religiões com suas doutrinas. São, praticamente, dois mil anos de lavagem cerebral da humanidade, onde muitos ainda  relutam para digerir os “contos da carochinha” da bíblia, que tem enriquecido a milhões de pregadores e matado mais que as guerras desde a entrada do cristianismo na Terra, que só trouxe limitações, depressões, medo, atrocidades, desapropriações gananciosas e muito conflito armado.Dai, os templários, as cruzadas, a inquisição...grande holocausto da história !!! O que se conta, é o que foi  narrado  pelo povo supliciado da época,que foi “forçado” pelo império romano, a se converter ao cristianismo sob a cruz e a bíblia criada por Constantino e seus políticos para esconder a sua tirania.
Na bíblia, a tão falada terra prometida, referindo-se a um determinado espaço geográfico na Terra, é um engodo e portanto, uma farsa, que tem induzido a humanidade e trazido conflitos entre crenças religiosas dissimuladas e fanáticas.
A verdade é extremamente oposta ao que o homem  escreveu e tem sido pregado desde os tempos idos! A Terra não é o “centro” do universo, mas um planeta dentre milhares de outros no multiuniverso dimensional.

A cruz era o símbolo de punição, maldição e suplício,  que o império romano usava para persuadir e induzir  o povo.O condenado, até mesmo por pequenos roubos ou desavenças banais com a política carnificina do império romano, era levado à morte na cruz como intimidação.

Os Nazarenos eram o Povo de Nazaré, aldeia da Galiléia, onde viviam os essênios, que distava pouco de Belém.
Nazaré, ao contrário do que as pregações relatam,  foi realmente uma aldeia pequena mas que chamava muito a atenção dos povos vizinhos, principalmente dos judeus, devido ao exemplar modo de vida bem natural do Povo Essênio com o seu matriarcado.
Nazaré ficava a alguns poucos quilômetros de distância de Belém da Judéia e conservava o natural costume do  matriarcado essênio, onde a espiritualidade superior, a paz, a compreensão e o amor incondicional eram o alvo da felicidade de todos, inclusive das crianças. Apesar da pequena distância entre ambas as aldeias pela visão de hoje, era muito difícil fazer o percurso, porque se fazia à pé ou por pequenos burros e mulas da época que levavam, inclusive, cargas no lombo. Normalmente, pela dificuldade que se tinha para adquirir um animal de transporte, o burro ou mula só levava a mulher com a carga, e o homem, companheiro ou não, caminhava ao lado.
O matriarcado nazareno era a organização social da época, muito natural, na qual o homem  respeitava a igualdade entre o homem e mulher e o direito de desejos e vontades da mulher. É a organização social e política na qual a mulher exerce sua autoridade como norma natural. Devido ao estilo natural e espiritual do matriarcado essênio de Nazaré, a aldeia, chamava muito a atenção aos povos da época, porque tudo era naturalmente harmonioso, onde a mulher tomava conta da casa e os homens cuidavam das plantações, reformas necessárias das casas, poços de água, atenção às crianças,etc., etc. Alguns exerciam algum ofício útil que beneficiava a todos.Tudo era compartilhado. Quando a mulher estava prestes a dar a luz ou de resguardo por ter dado a luz, mulheres vizinhas auxiliavam-na no cuidado da casa, e as crianças compartilhavam da área comum sem que nada a elas faltasse., principalmente a atenção e o amor.  Todos eram “pais” responsáveis e todas as mulheres nessa situação única, eram “mães”, sem que nada faltasse às crianças. Não se via crianças abandonadas, famintas ou desalojadas porque  todos plantavam e cuidavam de tudo para todos. Havia um equilíbrio e harmonia,  que impressionava os povos de aldeias vizinhas.
Para os essênios, o sexo era sagrado  como realmente é no Xamanismo e tudo era comum a todos inclusive  os homens para as mulheres. As mulheres podiam escolher com quem se deitar sem qualquer constrangimento. Não havia união estável e sequer  o “casamento” nos moldes atuais. A responsabilidade com as crianças era de todos os homens, que as tinham como filhos.
Quando a garota passava pela sua primeira menstruação, ela estava pronta para o sexo, e podia escolher o homem para se deitar. O prazer sexual era o presente energético antecipado que vinha aliviar a futura possível dor do parto.Era costume entre os essênios de Nazaré, que a garota se permitisse ao sexo para que se aprontasse para ser geradora da vida e buscasse a sua evolução na troca da energia sexual ,essencial à ascensão  espiritual de todos os seres carnais. Acreditavam que como a Divina Mãe-Terra “gera” vida, era natural que a garota se entregasse ao sexo de forma prazeirosa e consciente, para sua ascensão e para ser geradora de vida saudável. A “troca da Energia da Vida” que é  a “energia sexual, do prazer”, é de total importância para o Ser humano na Terra, razão porque a igreja a colocava e a coloca  como suja, discriminadora e “pecadora”, para que seus “fiéis” nunca alcancem  a evolução espiritual e permaneçam sempre limitados, opressivos e submissos a igreja. A “proibição” do sexo antes do “casamento religioso” pela igreja, foi e é um engodo para limitar, oprimir e subjugar a mulher.

Nazarenos e judeus não se relacionavam porque os judeus eram considerados persona non grata pelos Nazarenos que eram essênios e pelos povos avizinhados. E os essênios constituíam um povo coeso, vegetariano,  que vivia em comum, livre da ganança, do ego e das contaminações do mundo em Nazaré.Daí, os judeus invejavam muito o estilo natural de vida  e a incondicionalidade de amor entre os essênios, porque eles, judeus, viviam sob um patriarcado onde podiam ter quantas mulheres desejassem, mas as mulheres não tinham qualquer liberdade; não podiam sequer falar com outros homens, e eram tratadas como escravas, fechadas, cuidando da casa e do árduo trabalho sem que merecessem qualquer atenção dos judeus. Se um judeu, apenas imaginasse que uma de suas mulheres conversou com um homem, ele podia, inclusive, matá-la. Esse era o patriarcado-escravagista que reinava entre os judeus naquela época, que delegava à mulher todo o trabalho pesado, além de toda a obrigação de cuidar da casa, da alimentação de todos, dos animais, dos filhos, da tecelagem, além  de servir ao seu companheiro na cama, às suas ordens. As mulheres não tinham direito algum  e nunca eram ouvidas.

Como se não bastasse as mulheres que já tinham, os judeus decidiram invadir Nazaré forçando as mulheres essênias a compartilhar suas camas com eles, e aquelas que não aceitassem, inclusive as garotas já recém iniciadas, eram brutalmente violentadas ou mortas, quando então, muitas delas preferiram a morte à escravidão dos judeus. Muitas  conseguiram fugir para outras regiões e até mesmo para a Índia, deixando a harmonia que viviam em Nazaré.
Thunna Burnama (Thunkásila Hehaka Phá)

sexta-feira, 26 de maio de 2017

105.Páscoa.

A páscoa era a celebração de Ishtar, festejo pagão, celebrado em abril à deusa babilônica ou assíria da fertilidade e do sexo. Do termo “Ishtar”, originou-se o termo inglês “easter” e alemão “Ostern” para “páscoa”.
Havia vários rituais de caráter sexual para homenagear Ishtar, inclusive libações e ofertas do próprio corpo para o ato sexual. Ishtar era sempre representada como uma garota muito jovem, impulsiva, sensual  e bonita, de temperamento contraditório, como trapaceira e honesta, muito alegre e tristonha. Inanne era o nome que os babilônios e acádios chamavam o holograma sumério, que era a  personificação holográfica do planeta Vênus na Terra. As religiões da Terra usaram e ainda usam várias outras personificações holográficas planetárias, como o Sol para os hologramas  Horus, Krishna, Helius, Dionísio, Mitra, Buda, Adonis, Jesus, etc, criadas pela falsa-luz da Matrix. Para a hierarquia da falsa-luz, o importante é lançar as iscas na Terra para causar o medo, a limitação, a opressão, e o domínio do povo da Terra.E no caso específico de Jesus, inventaram a crucificação para causar comoção aos cristãos.
Ishtar era conhecida por vários outros nomes em diferentes países e vários outros títulos como aconteceu com todos os hologramas  de personificação do Soberano Sol. Acredita-se, pois, que o seu culto é a continuação do culto sumério, que conseguiram impor a ferro-e-fogo e manter a religião, suas doutrinas e cultura aos semitas.Também se revela que Ishtar era a mesma cultura  do oriente próximo, difamada no cristianismo como a grande prostituta vermelha da Babilônia, que cada mulher servisse como sacerdotisa do amor uma vez na vida, pelo menos. Esse foi o costume continuado na Grécia helênica, nos templos de Afrodite e em Roma no templo de Vênus e Juno Sóspita.
Seus símbolos como o ovo e o coelho eram e ainda são os símbolos da fertilidade sexual, que nada tem a ver com o mito da ressurreição. A Espiritualidade -  diferentemente das religiões -  não usa símbolos terrenos, mas unicamente os próprios seres vivos naturais do universo, como a Soberana Fonte.

Após Constantino ter decidido cristianizar o império romano por razões pessoais, como salvação de sua deposição como imperador tirano, a páscoa foi mudada para representar o holograma Jesus, mas sua raíz “Ishtar” é a celebração do sexo e da fertilidade, que nada tem a ver com a farsa cristã. Dai, decidiu Constantino com seus políticos, criar um livro de normas e condutas para os seus súditos no  império romano chamado “bíblia”, para amenizar os problemas de contestações e conflitos que envolviam o seu império.
Thunna Burnama (Thunkásila Hehaka Phá)