quinta-feira, 27 de setembro de 2018

94.Candaal Hopi, velas artesanais de ouvido, 100% cera de Abelhas.* MENTA


                      (Série de textos-mensagens sobre ervas medicinais e óleos essenciais)
 2.Menta
Em Inglês Mint e em Lakota Čheyála. Seu nome botânico é Mentha piperita (hortelã pimenta). A família  Lamiaceae, da Menta, tem mais de 3.000 espécies,  incluindo o Poejo.
A origem da Menta é indígena e foi introduzida em todos os países em volta do mundo. Energeticamente, dissolve os padrões mentais que bloqueiam o entusiasmo e a alegria da Alma. Faz uma limpeza nos corpos mental e emocional, deixando a menta clara, alerta e revitalizada. Equilibra o Chacra da Coroa e do Plexo Solar.
Tem forte aroma e pode crescer até 30cm de altura e produzir folhas serrilhadas.Várias espécies crescem naturalmente em todo o mundo.
Os Astecas usavam-na  medicinalmente da mesma forma que é usada nos dias atuais. Nos Estados Unidos ela é usada como desodorante medicinal, para aromatização da casa e nas bebidas. Conjuntamente com a Sálvia ela é usada como expectorante e cura da tosse. É amplamente usada pelos Lakotas como chá e para tratar as dores de cabeça e descongestionante pulmonar.
O óleo essencial fabricado na Inglaterra, era vendido pelos caçadores e comerciantes às tribos abaixo citadas deste 1760, cujos descendentes usam-na como poderoso remédio e aromatizante natural: A Tribo dos Ottawas, dos Arikaras, dos Potawatamis, dos Kickapoos, dos Omahas, dos Chippewas e Pascagoulas. Os índios Arikaras, no Kansa, Estados Unidos, tinham por costume enterrar seus jovens com um pequeno frasco de óleo de Menta porque acreditavam que a pessoa a utilizaria no além-túmulo.
A Menta é antibacteriana, antiviral, antifúngica, antiparasitária, antiespasmódica, antináusea, analgésica, antisséptica, tônico digestivo, carminativa, alivia espasmos musculares, relaxa os vasos sanguíneos periféricos, estimula a secreção biliar e é anestésico tópico.
                                                                                     Continua...
Prof.Thomas Thunna

                                                                                                          

sexta-feira, 21 de setembro de 2018

93.Candaal Hopi, velas artesanais de ouvido 100% cera de abelhas * EQUINÁCEA


(Série de textos-mensagens sobre ervas medicinais e óleos essenciais usadas na "medicina" da Candaal Hopi) - Equinácea -

1.Equinácea.
Em Inglês Purple coneflower e em Lakota Úŋglakčapi. Seu nome botânico é Echinacea purpurea, mas tem vários nomes populares entre os indígenas americanos e canadenses, como, Black Sampson, Rudbecka, Sampson Root, Snakeroot, Indian Head, Kansas Snakeroot, etc., etc.

Usamos a Equinácea combinada com a Menta, que é outra potente erva medicinal amplamente utilizada pelos índios norte-americanos, especialmente os Lakota, e cujas minúsculas flores são muito apreciadas pelas abelhas.  Energeticamente, a Candaal Hopi de Equinácea e Menta, SEM parafina e SEM corantes artificiais,  desperta e fortalece o Guerreiro Interior,  ajudando a superar choques e traumas que enfraquecem o sistema imunológico,  resgatando a integridade da Alma, dissolvendo a auto-imagem negativa e letárgica, trazendo vitalidade, purificação, foco no aqui e agora, força criativa, a energia nutridora da Mãe-Terra e uma consciência amorosa e respeitosa por todas  as nossas relações na Teia-da-Vida. Equilibra os chacras do Coração, do Plexo Solar, da Raiz e da Estrela da Terra.
A Equinácea é uma planta perene de até 20cm de altura, nativa das planícies dos Estados Unidos e Canadá, amplamente cultivada por lá e muito especialmente na Europa. São 4 espécies de Echinacea, a angustifólia, a pallida, a purpúrea e a já extinta tennensiensis, mas devido ao pioneirismo indígena da Echinacea purpúrea, foi a mais amplamente estudada e testada por médicos e cientistas.

A Equinácea produz grandes e bonitas flores cobertas de pêlo e é facilmente encontrada em regiões secas, em áreas rochosas das grandes planícies, a leste das Montanhas Rochosas e no estado de Saskatchewan no Canadá. Devido o seu grande poder na cura espiritual ela é altamente explorada para fins comerciais e daí surgir a sua proteção legal. As tribos  nativas  pioneiras de seu uso são os Lakotas, os Apaches, Os Kichapoo, os Pawnees, os Sioux, os Dakotas, Cheyenne, Choctaws, Delaware, Comanches, Crow, Omaha, Winnebago, Kiowa e  Hidatsas.

É um excelente antibiótico, antialérgico, bactericida, protetor de colágeno, tônico linfático, curador de feridas e estimulante de citocinas contra células tumorais e microorganismos. Seus componentes são: Inulina, óleo volátil, glicosídeos, flavonóides, derivados de ácido caféico, antibiótico, poliacetilenos, vitaminas e minerais(especialmente o cromo, o manganês, o ferro, a niacina, a riboflavina, o selênio e a vitamina C)
                                                                            Prof.Thomas Thunna Kumara
                                                                                                 Continua...
Prof.Thomas Thunna Kumara


segunda-feira, 17 de setembro de 2018

92 Cerimônia do Cachimbo Sagrado ( Čhaŋnúŋpa Wakȟáŋ Wičhóȟ’aŋ)


                                                   ( Čhaŋnúŋpa Wakȟáŋ Wičhóȟ’aŋ)
 Antes de falar sobre a cerimônia, é importante falar da  mistura de plantas de poder para ser queimada no Cachimbo. O Cachimbo é considerado o mais sagrado Instrumento de cura d’Alma e proteção do Povo Lakota.Quando a Mulher-Búfalo-Branco (Ptesáŋwiŋ ou  Ptehíŋčala Sáŋ Wíŋ), espiritualmente introduziu o Ritual do Cachimbo Sagrado, usava-se apenas um Tabaco de origem árabe que chegava até 6 metros de altura,  chamado “Summaq”,que crescia em território americano,  porque os indígenas americanos ainda não conheciam o Tabaco Ocidental que temos no Brasil: “Foi essa Mulher-Búfalo-Branco que trouxe o Cachimbo Sagrado para que o Povo Lakota tivesse essa ajuda espiritual = Lé wiŋyaŋ kiŋháŋ Ptehíŋčala Čhanŋúŋpa waŋ Lakȟóta kiŋ uŋ nípi kta čha wičhákahi.) Entretanto, como o Salgueiro Vermelho Americano é uma árvore com valores espirituais muito reais, os Lakotas passaram a usar uma mistura do tabaco árabe e a parte interna, da casca seca, do Salgueiro Vermelho Americano ( Cornus Stolonifera).
Nessa época tão distante, os indígenas americanos ainda não conheciam o tabaco ocidental. Foram os indígenas mexicanos que começaram por presenteá-los com alguma quantidade para o Ritual. Tempos mais tarde, o Povo Lakota(Lakȟóta Oyáte), passaram a usá-lo frequentemente.
O Salgueiro Vermelho Americano, chamado em Lakota de Čŋšaša (lê-se ‘tchânshasha’) também ficou conhecido com um outro nome indígena da Tribo Lakota Itázipčho de “Kinnikinnick”onde o uso da Cerimônia do Cachimbo começou. A mistura da parte interna da casca seca do Salgueiro Vermelho e o Tabaco, é chamada de Ičahitȟuŋpi( lê-se Itçarrit’rrunpi).  Há muitos estrangeiros, que erroneamente acham que Kinnikinnick é o nome da mistura para o Cachimbo. Enganam-se!
Muitos no Brasil, começaram a preparar a mistura com várias ervas para venda. Por não encontrar no Brasil o Salgueiro Vermelho Americano, o Čhaŋšaša, para fazer a mistura, pode-se usar apenas o Tabaco (Čŋlí) sem qualquer outro aditivo ou uma mistura com várias ervas.

Não é difícil encontrar no Brasil, pés de tabaco naturalmente desenvolvidos em sítios, fazendas e chácaras, cujas folhas devem ser colhidas com respeito e colocadas ao Sol para a secagem. Depois, basta esmigalhá-las com as mãos, expondo ao Sol por algumas horas, invocando a Fonte Soberana da Luz, Calor, Poder e Vida (o AVÔ SOL) e aos Mestres Cósmicos, a energia unificadora, vital, poderosa, curadora e evolutiva, no tabaco. Deve-se fazer  a consagração pedindo ao irmão, Espírito do Tabaco, a ação energética de seus poderes.
Caso seja impossível conseguir folhas verdes de tabaco, pode-se adquirir alguns gramos de fumo desfiado em tabacarias. É claro, que não é um tabaco puro, natural, cujas energias do preparo industrial, são totalmente desconhecidas, mas... não encontrando  folhas verdes, não há outra opção. Pode-se deixá-lo de molho em água de chuva por uns cinco minutos e depois secá-lo ao sol, invocando a Fonte Soberana da Luz, Calor, Poder e Vida( o AVÔ SOL) e aos Mestres Cósmicos, a energia unificadora, vital, poderosa, curadora e evolutiva, no tabaco e fazer a consagração pedindo ao irmão, Espírito do Tabaco, a ação energética de seu poder.

A Cerimônia do Cachimbo Sagrado deve-se ser aberta em pé, virado para o Oeste, erguendo o Cachimbo com ambas as mãos, acima de sua cabeça, saudando e oferecendo-a à  Wakȟáŋ Tȟáŋka = O Grande Espírito, o Grande Mistério,  a Soberana Fonte de Luz, e à Uŋčí Makȟá = Divina-Mãe-Terra. A essas alturas, o caixilho do Cachimbo já deve estar cheio de Tabaco, o qual é agora aceso para saudar ao Grande Espírito soldando uma baforada para o alto e à Divina-Mãe-Terra, soltando uma baforada para baixo.
Em seguida, nesta mesma posição, deve-se saudar o Espírito do Tabaco fazendo os seus pedidos de ajuda e soltando uma baforada.
Se você está fazendo o Ritual com outra ou mais pessoas, observe que o Cachimbo deve ser compartilhado, e somente o Guardião do Cachimbo - aquele que abre a cerimônia - deve fechá-la. Todos os participantes devem estar descalços, livres de qualquer conexão com crenças religiosas ou doutrinamentos, porque a Cerimônia do Cachimbo Sagrado é uma Cerimônia Xamânica, pagã,Espiritual, que abrirá a sua visão do Terceiro Olho, clarividência, Clariaudiência, etc., e que não se conive com crenças religiosas e doutrinas.

Ainda nessa mesma posição, virado para o Oeste, peça humildemente, agradeça e saúde a presença de Mudjekeewis, o Espírito Guardião do Oeste e o Urso. Acenda o Cachimbo e dê uma baforada.

Virando-se para a posição Norte, faça o mesmo mas saudando a Waboose, o Espírito Guardião do Norte e o Búfalo. Baforada.

Virando-se para a posição Leste, faça o mesmo, mas saudando a Wabun, o Espírito Guardião do Leste e a Águia. Baforada.

Virando-se para o Sul, faça o mesmo, mas saudando a Shawnodese, o Espírito Guardião do Sul e o Coiote. Baforada.

Após sentar-se no chão, banco ou cadeira – se estiver com um grupo de pessoas – forme uma roda. Acenda o Cachimbo, agradeça e peça humildemente a presença de Xamãs para lhe(s) ajudar nesta cerimônia evolutiva. Agradeça também a presença e a ajuda de seus ancestrais e saúde a todos os seus irmãos alados, os irmãos de quatro patas, os irmãos-em-pé(as árvores), o irmãos Povo-Pedra, etc.

O Cachimbo deve ser pitado, quero dizer, puxa-se a fumaça com sutileza e a expele da mesma forma sem deixar passar para o pulmão, em outras palavras, sem tragar. Enquanto a Cerimônia durar, deve-se mentalizar energias positivas. Se estiver só na Cerimônia, uma vez esvaziado o caixilho do Cachimbo, põe-se em meditação pois que a ação energética do Espírito do Tabaco, expande a sua consciência e lhe traga visões.Se estiver com mais participantes na roda, passe o Cachimbo da esquerda para a direita e, com um Plumeiro, faça a limpeza energética do Cachimbo antes de passá-lo. A limpeza energética deve ser feita de um a um pelo Guardião do Cachimbo que abriu e fechará a Cerimônia.

Para encerrar a Cerimônia, vira-se para o Oeste. Agradeça a presença de todos os Espíritos Guardiões de todas as direções, aos animais, aos irmãos que estiveram presentes, aos Xamãs, etc., etc. e dê-se por encerrada a Cerimônia.
Limpe-se o Cachimbo respeitosamente e guarde-o em um lugar “de honra”, quero dizer, não no fundo de uma caixa ou gaveta.

É importante que durante a cerimônia, tenha-se por perto, um pequeno vidro, lata ou plástico para cuspir o ardor do tabaco caso não esteja ao ar livre.
Prof.Thomas Thunna Kumara





quinta-feira, 13 de setembro de 2018

91. Os Espíritos Guardiões das Quatro Direções *


Mensagem do Grande Xamã Sun Bear, Chefe de Medicina da Tribo Ojibwa, Canadá.           

Há muito tempo atrás, quando os animais podiam falar uns com os outros e
com os humanos, quatro poderosos animais tiveram uma discussão.
Cada um deles, sentia que podia ser o melhor Chefe do Conselho dos Animais.
Isso causou mal estar geral no Conselho, onde o Urso, sempre havia sido o Chefe. O Urso tinha essa posição, porque era forte e tomava boas decisões com suas irmãs e irmãos.
Enquanto muitos animais sentiam que  o Urso deveria continuar Chefe, outros achavam que deveria haver um revezamento entre os candidatos.
Um dos quatro candidatos era o Búfalo. Disse o Búfalo:
 “Eu sou o mais forte e poderoso dos animais, eu me dou generosamente para todos os nossos irmãos e irmãs humanos, bem como para o Reino Animal. Eu mereço ser o Chefe, devido a minha pureza de propósito e habilidade em renovar todos aqueles que recebem os meus presentes.”
O outro concorrente era a Águia, e disse:
“Eu vôo mais alto do que qualquer uma das criaturas aladas. Vejo mais claramente. Vôo mais perto do Grande Espírito, do que qualquer um deste Conselho. Por causa da minha visão clara e sabedoria, desejo ser o Chefe do
Conselho.”
O outro candidato era o Coiote, que disse:
“Eu sou o mais astucioso de todos os animais. Eu posso sobreviver em qualquer lugar. Tenho a habilidade para ensinar coisas a todos os que queiram ou não aprender. Por trazer o crescimento, eu desejo ser o Chefe.” 
Daí  o Urso disse:
“Eu tenho grande respeito por meus irmãos que querem ser chefe, mas vocês não têm motivos para me substituir. Eu os tenho atendido sempre bem. Eu sou forte e ainda tenho sido sempre bondoso em minhas decisões. Sempre penso muito antes de decidir qualquer coisa a respeito de vocês. Desejo continuar servindo-lhes como sempre fiz.”
Depois que os quatro poderosos animais terminaram suas falas, todos os outros animais tiveram a chance de falar respeitando o  Pau Falante, passado no círculo, que passa de um ao outro e todos devem ouvir.
Quando o Pau Falante, circulou por todos, ficou claro que os animais estavam divididos sobre quem deveria ser o Chefe. Não havia consenso. Todos sentiram-se mal, pois era a primeira vez que eles se desagregavam tão fortemente. Eles não sabiam o que fazer. Todos os quatro animais eram poderosos e tinham a Medicina que os qualificavam para serem Chefes.
De repente, os ventos começaram a soprar fortemente em todas as Direções, norte, sul, leste e oeste. Os animais tentavam passar algo para o Conselho na segunda rodada do Pau Falante, cada um tentava provar que o seu ponto de vista estava certo porque escolheram um dos animais como favorito, mas não conseguiam ser ouvidos devido ao forte som dos ventos.
Por fim, fez-se um grande silêncio e quando todos preparavam-se para passar novamente o Pau Falante, um dos Espíritos Professores apareceu no centro do círculo. Ele apareceu como um poderoso homem de meia-idade que chegou do Vento Oeste e falou fortemente:
“Eu sou Mudjekeewis, o Espírito Guardião do Oeste. Onde eu ando, o Vento Oeste me acompanha. Muito tempo, antes de vocês terem nascido, eu decidi que poderia ser o chefe dos Guardiões das Direções. Como vocês, Urso, Búfalo, Águia, Urso, Búfalo e Coiote, nós mantemos as Direções fortes. Nós somos crianças da mesma Mãe, e nós todos possuímos a força e sabedoria, específicos de cada um dos pais. Ao invés de brigar sobre quem é mais forte e quebrar a Lei da Unidade, nós decidimos, com ajuda da nossa Mãe, a nos responsabilizarmos por ¼ da Roda da Cura ou Medicinal. Então, podemos usar nossas forças separadamente da melhor forma possível.
Agindo assim, nós tornamos a Roda da Cura forte em todas as Direções e nos tornamos, em conjunto, mais fortes, por termos uma Direção definida para manifestar nossa força.
Eu fui escolhido pelo Grande UM, disse Mudjekeewis,  para intervir neste Conselho dos Animais e também ouvir vocês falarem. Por ter muitos anos de consenso, vim servir como elo de ligação. Isso porque nesta hora a Lei da Unidade entre os animais poderia ser quebrada se vocês brigassem. E não seria bom para as relações da Terra. O Grande Espírito não quer que isso aconteça. Então, cada um de vocês vai fundir o seu poder, com o poder de cada Direção. Desta forma suas forças também irão ajudar a fazer a Roda da Cura mais forte, e cada um terá uma Direção específica a seguir:
Urso! Você se fundirá comigo, Mudjekeewis, Espírito Guardião do Oeste,  porque como eu, você é forte e pensa bastante antes de falar. Comigo, seu pêlo será preto, como a noite com seus cabelos prateados para honrar as estrelas. Você permanecerá como Chefe do Conselho Animal, assim como eu sou o Chefe do Conselho dos Ventos.
Búfalo! Você se fundirá com o poder de Waboose,Espírito Guardião do Norte, assim compartilhará das qualidades de renovação e pureza. Quando você trabalhar com Waboose, seu pêlo será branco, como a cor das neves.
Águia! Você se fundirá com o poder de Wabun, Espírito Guardião do Leste. Com sua visão clara, ajudará a trazer consciência, sabedoria e iluminação. Quando você trabalhar com Wabun, você vestirá penas douradas, a cor do raiar do dia.
Coiote! Você se fundirá com, Shawnodese, Espírito Guardião do Sul. Com sua habilidade para ensinar e sobreviver, você ajudará a trazer crescimento e confiança aos seres da Terra. Quando você trabalhar com Shawnodese, seu pêlo terá a cor do Sol do meio-dia, que fertiliza a Terra.
Então, meus queridos e honrados amigos, sejam felizes agora com os Presentes de Poder do Grande Espírito, que foi dado a cada um de vocês.
Cada um deverá servir a Terra da melhor forma, na Direção que lhe está sendo dada pelo Grande Espírito e todos serão UM na união e poderão contribuir para a harmonia da Criação.
Isso é muito bom!!!
Prof.Thomas Thunna